por mais que eu não queira olhar pra trás,
eu me volto e vejo o passado,
que me pergunta,
por onde anda você.
Eu precisava estar ao seu lado,
sentindo a força do seu pulso forte,
me dizendo: vai filha....vai filha.
que ilusão a minha.
de onde foi que inventei que um dia teve um pulso forte?
que ilusão a minha, que desejo louco, que isso tivesse sido verdade,
dizendo: não tem pedra, não tem medo, não tem pesadelo. E esta chuva lá fora é só a natureza e vai passar, esta angustia ai dentro vai passar, sua solidão é só dia dia da rotina e vai passar, vai que a vida te espera lá fora, põe a cara fora da janela....
mas, que ilusão a minha, que desejo louco, que isso tivera sido verdade.
mas onde estará?
mesmo assim sinto saudade,
e quando olho no espelho vejo teu rosto,
sinto orgulho e medo, vejo de onde vim,
você foi um homem bonito,
seus olhos vivos, ficaram cansados,
será que foi a chuva,
que nunca passou que cravou seu rosto?
ou terá sido só o peso do tempo a desilusão ou a rotina?
nos meus passos, caminhando vou,
seguindo minha rotina, sem que a chuva passe,
sigo com a imagem de Cristo,
e as vezes peço a ele que seja meu pai,
que feche esta janela,
para que eu não veja o relâmpago que está la fora.
eu me volto e vejo o passado,
que me pergunta,
por onde anda você.
Eu precisava estar ao seu lado,
sentindo a força do seu pulso forte,
me dizendo: vai filha....vai filha.
que ilusão a minha.
de onde foi que inventei que um dia teve um pulso forte?
que ilusão a minha, que desejo louco, que isso tivesse sido verdade,
dizendo: não tem pedra, não tem medo, não tem pesadelo. E esta chuva lá fora é só a natureza e vai passar, esta angustia ai dentro vai passar, sua solidão é só dia dia da rotina e vai passar, vai que a vida te espera lá fora, põe a cara fora da janela....
mas, que ilusão a minha, que desejo louco, que isso tivera sido verdade.
mas onde estará?
mesmo assim sinto saudade,
e quando olho no espelho vejo teu rosto,
sinto orgulho e medo, vejo de onde vim,
você foi um homem bonito,
seus olhos vivos, ficaram cansados,
será que foi a chuva,
que nunca passou que cravou seu rosto?
ou terá sido só o peso do tempo a desilusão ou a rotina?
nos meus passos, caminhando vou,
seguindo minha rotina, sem que a chuva passe,
sigo com a imagem de Cristo,
e as vezes peço a ele que seja meu pai,
que feche esta janela,
para que eu não veja o relâmpago que está la fora.
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